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Você vai conhecer como a confiança e não apenas a capacidade decide se a tecnologia de IA fica no canteiro. A história mostra que um sistema que funciona bem na demonstração nem sempre entrega no piloto. Burckin Kaplanoglu, principal da SBK Technologies, compartilha como lidera pesquisa e transformação na construção. Ele mostra como a IA funciona, seus limites e o que isso significa para suas carreiras. O artigo explica por que as empresas vencedoras serão as que conquistam a confiança das equipes, não apenas as que gastam mais com tecnologia. Você entenderá como a confiança, aliada à produtividade, pode redefinir quem captura o valor no futuro da construção e por que isso importa para o seu trabalho. Isso se alinha com iniciativas como o laboratório de inteligência artificial para dados de projetos, que busca transformar dados de construção em insights práticos.
- A confiança na tecnologia faz com que ela permaneça no canteiro de obras.
- Não é o orçamento alto que vence, é a confiança da equipe na ferramenta.
- As pessoas precisam entender como a IA funciona, seus limites e o que isso significa para a carreira delas.
- Quem mostra que a tecnologia ajuda a construir e a ter futuro para a equipe vence.
- Quando a confiança cresce, a produção aumenta e quem captura esse valor lidera o setor.
Confiança impulsiona adoção de IA na construção, aponta especialista
Você está prestes a entender por que, no canteiro de obras, a confiança na tecnologia pode valer mais do que a própria capacidade da ferramenta. Um consultor líder em transformação digital na construção afirma que a aceitação de IA e robótica depende de como as pessoas percebem o que a tecnologia pode fazer, e, crucialmente, de como isso afeta o seu futuro profissional. A ideia de que a tecnologia precisa parecer humana para ganhar espaço é usada para explicar por que a confiança importa mais que o desempenho técnico isolado. Isso se conecta a iniciativas que visam tornar o talento mais alinhado à IA, como a Skillit, plataforma de contratação com IA.
Contexto atual
- Você pode observar que sistemas bem apresentados em demonstrações nem sempre funcionam bem em pilotagens no local. Em muitos casos, a equipe contorna a ferramenta até que ela some do canteiro sem muita queixa.
- Esse ceticismo aumentou nos últimos anos, especialmente com o ruído de que IA e robótica vão substituir trabalhadores.
- Quando um equipamento promete registrar tudo e sinalizar qualquer desvio, supervisores costumam questionar o ganho de produtividade e temem que a ferramenta esteja, no fundo, avaliando seu trabalho.
Três fatores para adoção
- Como a ferramenta funciona e quais são suas limitações, para que você possa confiar nos resultados.
- O impacto na sua carreira, para que haja certezas de um caminho profissional no futuro.
- A necessidade de liderança deixar claro esse terceiro aspecto; muitos gestores explicam funcionamento e limites, mas não ajudam você a enxergar seu próprio futuro.
- Em termos práticos, o que se observa é que apenas abordar funcionamento e limites não basta. Você precisa ter uma visão clara de como a ferramenta convive com sua trajetória profissional.
Benefícios e exemplos práticos
- Além da segurança de dados e da proteção contra usos inseguros, há uma exigência adicional: garantir que as pessoas no canteiro tenham um caminho claro para o futuro.
- Um consultor que atua com IA comenta que o uso de várias ferramentas pode reduzir drasticamente o tempo de entrega. Em um projeto, por exemplo, a automação ajudou a concluir tarefas em poucas horas, em vez de dias. O ganho de produtividade tende a beneficiar o cliente; isso depende de como você estrutura o modelo de remuneração.
- A adoção efetiva depende, portanto, de duas coisas: confiabilidade da ferramenta para você realizar o trabalho com tranquilidade e um acordo sobre quem recebe os benefícios gerados pela eficiência.
Pergunta sobre quem captura o valor
- Quem resulta com os ganhos da adoção de IA e robótica é uma questão pendente para a indústria.
- As organizações que entenderem cedo como distribuir o valor entre equipes, projetos e empresas podem definir o ritmo da próxima década no setor.
Conclusão
Você entende que a confiança na IA e na robótica no canteiro de obras vale mais do que a mera capacidade técnica isolada. Quando você sabe exatamente como a ferramenta funciona, quais são seus limites e como ela se conecta à sua trajetória profissional, você passa a exigir transparência da liderança e a planejar seu caminho com clareza. A adoção bem-sucedida depende de dois pilares: a confiabilidade da ferramenta para o seu trabalho e um acordo claro sobre quem recebe o valor gerado pela eficiência. Assim, você transforma a ferramenta em uma aliada que aumenta a sua produtividade e a da equipe. Essa evolução se reflete também em soluções que elevam a produtividade no canteiro, como a Procore lançou agentes de IA após integração com a DataGrid.
As empresas vencedoras serão aquelas que distribuírem o valor entre equipes, projetos e organizações. Você pode se destacar ao esclarecer seu papel, propor métricas de sucesso e demonstrar como a tecnologia atua como motor de resultados reais. Ao alinhar confiança, produtividade e sua carreira, você ajuda a definir quem captura o valor no setor e garante um caminho mais seguro e promissor para o seu trabalho. Essa transformação também está refletindo no dia a dia de escritórios de arquitetura, com impactos na rotina dos escritórios de arquitetura.



