Descubra como Rerum Novarum transformou a ética do trabalho na Igreja e na sociedade.
No século XIX, a Igreja reconhece o trabalhador como pessoa, não apenas como força produtiva.
A doutrina propõe que o sustento seja justiça, não exploração, buscando equilíbrio entre classes.
A obra incentiva direitos e responsabilidades, promovendo diálogo entre patrões e operários.
Inspira leis que protegem jornadas, salários dignos e segurança no trabalho.
A mensagem convoca comunidades e empresas a caminhar pelo bem comum.
Compreende que salários justos alimentam prosperidade para todos.
A fé inspira redes de apoio que ampliam oportunidades para os necessitados.
Novas instituições ensinam direitos, valores e cooperação no trabalho.
O ensinamento permanece atual: trabalho com dignidade, justiça e solidariedade.