Descubra a matemática oculta que guiou arquitetos clássicos em monumentos perfeitos.
Arquitetos antigos usavam relações simples entre colunas e vãos para criar equilíbrio e beleza duradoura.
Cada ordem arquitetônica obedecia a razões precisas; proporções definiam alturas e ritmos das fachadas.
A razão áurea guiava cortes e janelas, criando composições que agradam ao olhar por séculos.
Compassos, cordas e módulos traduziam ideias em medidas repetíveis para construir estruturas coerentes.
Sequências e progressões serviam como algoritmos práticos para projetar grelha e ritmo arquitetônico.
Medidas organizavam espaços sagrados, equilibrando simetria e circulação para experiência contemplativa.
Projetos modernos reaproveitam essas fórmulas, provando que a matemática clássica segue viva.