Por que arquitetos projetam cidades para drones, não para pedestres?

Como a arquitetura favorece drones em vez de pedestres e o impacto urbano.

Quando plantas urbanas preferem visão aérea

Projetos priorizam rotas vistas por drones, criando superfícies pensadas para imagens, não para movimento humano.

Ruas projetadas para tráfego aéreo, não pessoas

Calçadas estreitas e vias largas favorecem circulação aérea e entregas autônomas, reduzindo conforto ao pedestre.

Elevando fachadas para câmeras, esquecendo calçadas

Fachadas com linhas limpas e telhados fotogênicos atendem câmeras aéreas, sacrificando texturas e sombra no nível do solo.

O impacto social de passeios transformados em pixels

Bairros perdem sociabilidade; encontros na rua diminuem quando o desenho prioriza imagem sobre convivência.

Tecnologia altera distância entre prédio e rua

Edifícios recuados e rampas para drones mudam a escala urbana, criando vazios que afastam pedestres.

Cidades invisíveis ao nível do pedestre contemporâneo

Detalhes humanos desaparecem: sinalização, bancos e árvores são negligenciados por vistas que só o ar alcança.

Repensar projetos: integrar olhos no chão e no ar

Arquitetos propõem integrar perspectivas, combinando visão aérea e experiências ativas no nível do chão.