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Livre-Arbítrio e Predestinação: O que a Igreja Católica Ensina

Livre-Arbítrio e Predestinação: O que a Igreja Católica Ensina

Livre-Arbítrio e Predestinação: O que a Igreja Católica Ensina - Descubra como fé, escolha e destino se cruzam e o que isso muda na sua vida.

Livre-Arbítrio e Predestinação: O que a Igreja Católica Ensina

Este texto é o nosso mapa e cântico para unir raízes bíblicas, magistério e vida. Buscamos passagens-chave, lembramos Trento e o abraço da graça, falamos de cooperação entre Deus e nossa vontade e aprendemos com Agostinho e Tomás. Ligamos texto e vida, cuidamos com linguagem pastoral e abrimos espaço para a reforma interior.

Principales conclusions

  • Deus nos dá livre-arbítrio para amar.
  • Deus vê o futuro sem tirar nossa escolha.
  • A graça é luz que nos guia, não prisão.
  • Buscamos harmonia entre liberdade humana e o plano divino.
  • Somos responsáveis pelas nossas escolhas diante de Deus.

Raízes bíblicas do livre-arbítrio e predestinação

Convidados a olhar para as raízes bíblicas, entendemos que o tema não é apenas doutrina, mas uma forma de entender como escolhemos caminhar diante de Deus. No texto sagrado, Deus oferece; nós respondemos. A fé é prática diária de discernimento, oração e ação. A Bíblia mostra que o Senhor respeita nossa liberdade, ao mesmo tempo em que pretende moldar nossa vontade para o bem e o amor que semeia em nosso interior. Essas reflexões nos ajudam a transformar nossa vida com confiança na misericórdia que nos sustenta.

Como Deus conhece o nosso futuro sem nos retirar a escolha? Como a graça atua sem explicar tudo de uma vez? A Bíblia apresenta momentos de obediência, desobediência, retorno e perseverança. Cada escolha é uma oportunidade de crescimento espiritual. Comprender essas raízes bíblicas nos ajuda a viver com propósito, sabendo que nossa decisão tem peso eterno e que a misericórdia de Deus está sempre maior que nossos erros.

Essa reflexão se traduz em prática: acordar com a direção que damos ao dia, lembrando que o livre-arbítrio é uma ferramenta, não uma armadilha. Cultivamos virtudes, buscamos oração sincera e agimos com compaixão, tornando a caminhada cristã uma parceria entre a graça que vem de Deus e a nossa resposta amorosa.


Passagens-chave na Escritura que guiam o tema

Guardamos na memória passagens que iluminam a tensão entre escolha e chamado. Em Romanos, a fé vem pela pregação e Deus concede a fé a quem quer (Romanos 10:17; Romanos 9:16), lembrando que a graça é anterior à resposta humana. Em Gênesis, vemos escolhas que abrem ou fecham portas: Adão e Eva escolhem confiar ou duvidar, influenciando o curso da história. Essas histórias mostram que o caminho do bem se constrói com decisões diárias, palavras que curam e ações que perdoam.

Filipenses 2:12-13 exorta a trabalhar na nossa salvação com temor e tremor, porque Deus atua em nós, tanto para querer quanto para realizar. Efésios 1:4-5 aponta a predestinação no sentido de sermos escolhidos em Cristo antes da fundação do mundo, conferindo dignidade e propósito. 1 João 4:19 lembra que é Ele quem nos amou primeiro, fortalecendo a nossa confiança para escolher o bem mesmo quando é difícil.

Duas palavras que merecem destaque são vocação e resposta. A vocação divina é convidar, não um roteiro rígido; nossa resposta revela o que realmente valorizamos. Vemos, então, a vida cristã como parceria: Deus dá direção e graça; nós levantamos a nossa vontade para segui-Lo.


Como a Bíblia inspira a doutrina católica sobre predestinação

Na tradição católica, a predestinação não é fardo de determinismo, mas contemplação da soberania de Deus e da nossa cooperação com a graça. A graça é universal e prepara o coração para responder. A vontade humana continua livre, capaz de escolher o bem com a ajuda de Deus. Assim, não nos tornamos meros espectadores, mas participantes ativos da história da fé.

A predestinação, segundo a Igreja, não anula a liberdade humana nem transforma a vida em destino imutável; ela nos convida a confiar na misericórdia de Deus e a viver com responsabilidade. Somos chamados, humildemente, a caminhar sabendo que Deus já nos ama imensamente e que nosso cotidiano de oração, caridade e virtude é parte da resposta que Deus espera de nós.

Essa visão reconcilia esperança com esforço. Não promete perfeição sem luta nem sorte sem decisão. Deus chama; nós respondemos com fé e amor, transformando a vida minuto a minuto.

Observação prática: Tratar a graça como motor da nossa vida evita o fatalismo e evita a autossuficiência. A graça nos convida a uma vida de cooperação com Deus.


Nós ligamos texto e vida

Ligamos cada palavra à nossa vida diária: refletimos sobre decisões simples, como dedicar tempo à oração pela manhã, ajudar alguém em necessidade ou perdoar quem nos feriu. O texto sagrado deixa de ser apenas leitura; torna-se mapa para o cotidiano. A Bíblia revela caminhos e a vida mostra os passos. Nesse encontro entre palavra e prática, encontramos força para transformar nossa casa interior.


“Livre-Arbítrio e Predestinação: O que a Igreja Católica Ensina” guia nossa leitura: não para aprisionar, mas para agradecer a graça que nos acompanha. Nossa fé cresce quando agimos com coragem, mesmo em pequenas coisas.


Tabela explicativa (opcional)

Conceitos-chave O que a Bíblia mostra Como a Igreja Católica entende
Livre-arbítrio Liberdade de escolher entre o bem e o mal Cooperação entre graça divina e decisão humana
Predestinação Pode existir no plano de Deus Deus chama a todos; a resposta humana é essencial
Graça e resposta Graça vem primeiro e pede resposta humana Graça universal; colaboração da pessoa com a graça
Responsabilidade moral Nossas escolhas moldam nossa vida Nossas ações importam; Deus sustenta a nossa liberdade

O magistério católico sobre predestinação

Ao buscar renovar a fé, olhamos para o magistério católico como guia firme. A predestinação é antiga e complexa, mas a Igreja propõe um equilíbrio entre a soberania de Deus e a liberdade humana. O magistério afirma a graça como dom que antecede qualquer esforço humano, ao mesmo tempo em que chama cada pessoa a responder com fé. A predestinação não funciona como destino fixo; ela convoca nossa consciência a escolher o bem dentro da história que vivemos.

A leitura de documentos oficiais revela que a salvação é um dom, não um mérito. Deus quer que todos se salvem; nós respondemos com fé e caridade. Evitamos formulas simplistas que reduziriam Deus a uma calculadora de destinos. A graça transforma sem coagir; a fé é uma vida compartilhada com quem cruza nosso caminho.

Observação: aprofundar-se nos documentos oficiais ajuda a evitar interpretações que privilegiem apenas curiosidade intelectual. O magistério chama a uma fé mais clara e menos confusa.


Documentos e ensinamentos do magistério católico sobre predestinação

Ao estudar os documentos, vemos uma linha clara: a predestinação é expressão da graça de Deus que chama e capacita, sem negar a nossa cooperação. O Catecismo da Igreja Católica reforça que Deus chama cada pessoa à verdadeira vida, enquanto a nossa resposta com fé é essencial. A salvação é um dom; não algo que ganhamos apenas por mérito. A graça de Deus é universal, preparando o coração para responder.

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A leitura de documentos oficiais revela também o amor de Deus que não exclui ninguém. A predestinação não deve produzir uma sensação de destino fixo; Deus quer tudo feito pela liberdade do homem. Nossas escolhas diárias — tratar o próximo, perdoar, buscar a justiça — têm peso real na vida espiritual. Evitar interpretações simplistas que reduzem Deus a uma espécie de máquina de destinos é essencial para uma fé sólida.


Limites do ensino oficial e autoridade da Igreja

O magistério tem fronteiras. A Igreja ensina com autoridade, mas não resolve cada detalhe da vida individual. A fé não pode ser reduzida a discursos puramente racionais nem confundida com teimosias que sabotam a alegria. O ensino oficial aponta direções morais, oferece parâmetros e consolo, especialmente em tempos de dúvida.

Esses limites ajudam a manter a fé saudável. Seguimos a autoridade com discernimento, entendemos o essencial e acolhemos as nuances que o Magistério oferece. A predestinação, entendida como graça que precede a resposta humana, ganha vida na prática: amor ao próximo, justiça e misericórdia. Quem discerne mal não é quem faz perguntas difíceis, mas quem se fecha à humildade de aprender.


Nós seguimos o magistério com confiança

Seguimos o magistério com confiança, sabendo que a Igreja não prende, mas conduz a uma vida mais plena. Quando o coração fica confuso, os ensinamentos oficiais funcionam como faróis que guiam sem eliminar a liberdade. A autoridade e o amor caminham juntos na tradição, mantendo a fé estável mesmo diante de paradoxos.

Confiamos na graça de Deus que atua em cada passo da nossa trajetória. A ideia de que Livre-Arbítrio e Predestinação: O que a Igreja Católica Ensina pode servir como bússola para nossas escolhas, lembrando que a salvação é convite contínuo e ativo. Mantemos o coração aberto ao diálogo, sem perder a firmeza diante da verdade que a Igreja preserva. Caminhamos juntos, com fé, paciência e propósito.

Observação: a graça não vence nossa liberdade; ela a eleva.


Concílio de Trento e a doutrina da graça

O Concílio de Trento ilumina a graça como força que nos move, nos convence do pecado e nos chama à transformação. Trento ensinou que a graça é necessária para a salvação, dada por Deus e recebida pela fé viva, acompanhada de obras que a Igreja reconhece como resposta verdadeira. A graça não fica parada; ela nos impulsiona a buscar santidade, a confiar na misericórdia divina e a cooperar de modo responsável.

A graça opera na Igreja inteira, e os sacramentos, especialmente a Eucaristia, são canais reais dessa graça. Reconhecemos que cada escolha pode ser moldada pelo amor de Deus, tornando a vida mais simples e significativa. A graça não isenta a responsabilidade; ela nos chama a agir com amor, justiça e paciência. Mesmo quando falhamos, a graça continua a nos refazer.

Observação útil: a graça de Deus é o fio que costura a nossa vida em direção à santidade. Agradecer por esse presente invisível nos torna mais humanos e mais próximos de Jesus.


Trento sobre graça e livre-arbítrio conforme a Igreja

Trento ensinou que a graça é necessária para a salvação; a nossa resposta, porém, não fica sem liberdade. O Espírito Santo concede a graça, e as pessoas são chamadas a cooperar recebendo-a com fé. O livre-arbítrio, sob a graça, não é anulável; ele é a capacidade de escolher o bem que Deus oferece. Assim, a salvação é obra de Deus e de nós, em uma parceria que revela a honra de sermos criados à imagem de Deus.

A graça se faz presente no cotidiano: cada decisão de perdoar, amar, buscar a verdade é fortalecida pela graça que nos orienta. O livre-arbítrio recebe a leveza da graça para caminhar. Mesmo em momentos de dúvida, a fé pode abrir portas: a graça não abandona, mesmo quando não sabemos o caminho exato. Trento nos convida a confiar, a rezar e a agir com responsabilidade, sabendo que a graça é suficiente.

A graça é ponte entre Deus e nossa liberdade: não antagonista da escolha humana, mas força que dá direção à nossa vontade para escolher o bem que nos aproxima de Deus. A graça ilumina a decisão, corrige o coração e nos transforma, passo a passo.


Impacto do Concílio de Trento na teologia

A predestinação tratada em Trento não é destino imutável; é equilíbrio entre a graça que chama e a resposta humana. A Bíblia e a tradição caminham juntas: Deus escolhe; nós respondemos. Isso evita tanto o fatalismo que paralisaria a fé quanto a autossuficiência que diminui a graça. Cada dia é uma nova resposta ao convite de Deus, não um acaso sem rumo.

Essa visão liberta a fé da ansiedade de controlar tudo e nos convida a confiar na Providência que guia com carinho. A prática cotidiana ganha intensidade: oração constante, cuidado com o próximo, misericórdia em ações simples. A predestinação, sob a luz da graça, não diminui a nossa responsabilidade; ela nos convida a confiar e agir com amor.


Nós lembramos Trento para orientar nossa fé

Trento nos oferece clareza em tempos de dúvida. A doutrina sobre graça, livre-arbítrio e predestinação funciona como bússola: aponta para a confiança em Deus, enquanto chama para agir com responsabilidade. Em nosso dia a dia, isso se traduz em orações mais sinceras, gestos de caridade mais consistentes e uma vontade firme de transformar a própria casa interior com amor, paciência e propósito.

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A tabela rápida de relação entre graça, livre-arbítrio e predestinação ajuda a entender como cada aspecto se encaixa na vida de fé.


Graça e livre-arbítrio: cooperação humana e graça

Somos chamados a entender como Deus atua em nossa vida e como respondemos com nossa escolha. A graça não é força distante; é dom que ilumina e fortalece. Ao abrir espaço para essa presença, nossas ações ganham peso: não basta querer, é preciso cooperar com o que Deus oferece. A fé não é apenas crença, é caminhada junto, com cada passo trazendo maior amor, perdão e propósito.

A cooperação humana é a nossa resposta consciente à graça. A graça transforma de dentro para fora, moldando desejos para que coincidam com o amor de Deus. A vela simboliza a relação: a graça é a chama, a cooperação é a vela que mantém a chama acesa. Juntas, criam luz.

Exemplos práticos de interação entre graça e vontade aparecem no dia a dia: pedir perdão, confessar, ouvir com paciência, ajudar sem esperar retorno. Na tentação, a graça fortalece para resistir. Pedimos ajuda a Deus e recebemos coragem para escolher o bem. A prática leva a uma vida de fé mais concreta.


Exemplos práticos da interaction entre graça e vontade

  • Graça aparece na coragem de pedir perdão, na honestidade de confessar erros e na paciência de ouvir alguém difícil.
  • Na tentação, a graça não isenta da luta, mas dá força para dizer não e seguir em frente.
  • Pequenas escolhas de bondade, perdão e serviço tornam a vida mais próxima de Cristo e ajudam a transformar o entorno.

Nós afirmamos a ação conjunta de Deus e do homem

Deus atua primeiro, oferecendo graça que ilumina, consola e orienta. Ao responder com nossa vontade, tornamos essa ação contínua: queremos, escolhemos e agimos. Essa cooperação não diminui a liberdade humana; ela a enriquece. A graça prepara, capacita e orienta; a nossa decisão dá forma ao que Deus planeja em nossos corações.

Observação: a graça não vence nossa liberdade; ela a eleva.


Livre-Arbítrio vs predestinação: diferenças essenciais

  • Livre-Arbítrio: a capacidade de escolher entre o bem e o mal; a decisão é nossa, com a graça ajudando.
  • Predestinação (teologia católica): Deus antecipa a resposta humana sem forçar a vontade; a salvação é uma cooperação entre graça e liberdade.
  • Finalidade prática: viver em amor a Deus e ao próximo, com responsabilidade moral e confiança na presença de Deus.

Definições simples ajudam a entender como fé e razão caminham juntas, sem reducionismos. A ideia é manter humildade diante do mistério: Deus atrai, nós respondemos com o coração aberto.


Definição simples de livre-arbítrio e termos

  • Livre-Arbítrio: capacidade de escolher entre o bem e o mal, fortalecida pela graça.
  • Predestinação: desígnio de Deus que antecipa a resposta humana sem tolher a liberdade.
  • Diferença-chave: conhecimento prévio de Deus não elimina a liberdade; a fé é uma cooperação entre graça divina e nossa abertura.

Pecado original e a necessidade da salvação

O pecado original é um marco que altera a nossa história, lembrando-nos da necessidade de salvação. Não é apenas teoria: é a condição que nos chama à humildade, reconhecendo que precisamos de graça. Mesmo herdando inclinações tendentes ao pecado, somos chamados a crescer na graça por meio dos sacramentos, da comunidade e da vida de fé.

A relação entre pecado original e salvação pela graça mostra que não basta reconhecer o erro; é preciso acolher o remédio de Deus. A graça é o dom que nos acolhe, mesmo quando falhamos, convidando-nos a responder com fé, arrependimento e prática de amor.

Observação: a graça não anula a responsabilidade; ela nos empurra a uma vida de escolhas que curam e abrem espaço para o amor de Deus.


Nós vemos a salvação como dom que chama nossa resposta

A salvação chega como dom que desperta e convoca a uma vida de resposta. O sim que damos é o passo de volta para casa, onde o amor de Deus nos espera com paciência. O dom da salvação não é apenas para o além; ele molda a nossa maneira de viver aqui e agora. Livre-Arbítrio e Predestinação: O que a Igreja Católica Ensina deixa de ser teoria distante para se tornar experiência prática de fé — escolher responder à graça e viver o chamado com esperança.


Vozes da tradição: Agostinho, Tomás e outros doutores

A tradição ilumina o caminho com profundidade. Agostinho e Tomás de Aquino ajudam a entender a graça, a liberdade e a vida de fé. Agostinho enfatiza a graça que chega antes de percebermos e a responsabilidade que escolhe responder. Tomás enfatiza o equilíbrio entre graça e livre-arbítrio, onde a fé e a razão caminham juntas.

A tradição não é peso; é bússola. Cada mestre aponta um caminho de fé que pode transformar a vida cotidiana. Ao aprender com os mestres da tradição, reconhecemos que a fé não é apenas teoria, mas prática cotidiana de oração, caridade e serviço.


Agostinho e sua influência na teologia da predestinação

Agostinho ensina que a predestinação envolve graça e responsabilidade, sem reduzir a dignidade humana. A graça não anula a liberdade; ela a eleva. A vida é um encontro entre a misericórdia de Deus e a nossa decisão diária de caminhar com Ele. A fé é prática, não apenas crença: perdoar, amar e buscar a verdade em ações diárias.

Diferenciar prédestinação da graça ajuda a manter a motivação pastoral: consolo na certeza de Deus, desafio na prática do amor. A ideia central é que a graça coopera com a liberdade, levando-nos a agir com humildade e confiança.


Tomás de Aquino e o equilíbrio entre graça e livre-arbítrio

Tomás ensina que a graça prepara, ilumina e transforma a nossa vontade, sem forçar a escolha. A graça santifica o que já somos; fé e razão caminham juntas. O resultado é uma vida mais responsável: oração, caridade e serviço ao próximo. Cada ato simples, como perdoar ou buscar a verdade, pode se tornar terreno onde a graça trabalha.

Manter esse equilíbrio evita tanto a passividade quanto a autossuficiência. A graça é a chama, a nossa vontade é a vela que mantém essa chama acesa.


Nós aprendemos com os mestres da tradição

Ler Agostinho, Tomás e outros doutores mostra que a fé é uma conversa viva através das eras. Eles nos ensinam a manter a humildade diante dos mistérios e a cuidar das pequenas escolhas do dia a dia. A oração, a Bíblia e o serviço aos outros ganham clareza quando entendemos que fazemos parte de uma tradição que continua atuante.

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Aplicação pastoral para renovar a fé e a esperança

Na prática pastoral, buscamos palavras simples e cheias de esperança. A fé não é apenas teoria: é silêncio que acolhe, oração que inspira e ações que fortalecem. Em cada celebração, cada encontro de confissão, renovamos o convite a recomeçar com humildade e coragem. A fé se renova ao compartilhar experiências, à leitura bíblica simples, ao serviço ao próximo.

Nossas práticas são simples, mas profundas: oração curta pela manhã, leitura bíblica compartilhada, hospitalidade que diz “você não está sozinho”. Seguir a graça com amigos e comunidade fortalece a esperança e transforma a vida cotidiana.


Como pastores e confessores tratam Livre-Arbítrio e a Igreja Católica

Pastores entendem o livre-arbítrio como responsabilidade sagrada. A graça não anula a decisão, ela a fortalece. Confissão não é punição, mas cura, restauração e reintegração com Deus e com o próximo. O livre-arbítrio vive entre a nossa escolha e a graça de Deus que sustenta.


Sugestões práticas para viver a cooperação com a graça

  • Pratique uma oração diária simples e rápida.
  • Cultive empatia: escute antes de reagir, ajude sem esperar retorno.
  • Transforme dificuldades em oportunidades de crescimento; peça perdão quando necessário.
  • Compartilhe histórias de fé para inspirar outros.
  • Lembre-se da presença de Deus mesmo nos dias cinzentos.

Nós cuidamos das almas com palavras de esperança

Palavras de coragem acendem a luz: você não está sozinho. A graça não é brilho distante; é presença que se manifesta na próxima decisão. Com palavras de esperança, ajudamos a transformar ansiedade em confiança e medo em serenidade. A cada dia, escolhemos recomeçar.


Reforma interior: transformar a vida com sabedoria e propósito

A reforma interior começa olhando para dentro: falar com bondade, perdoar, agradecer pelas vitórias pequenas. A verdadeira transformação nasce no coração, renovando mente e vontade. A Igreja Católica oferece ensinamentos sobre oração, sacramentos, caridade e comunidade como ferramentas para reformar a alma. A reforma interior não é corrida, é dança que requer paciência. O objetivo é fidelidade ao chamado divino, com misericórdia abundante e fé que não se abala.

Callout: tirar 5 minutos hoje para agradecer por uma bênção simples acende a paciência e abre espaço para a transformação.


Mensagens positivas que fortalecem a confiança em Deus

  • A fé cresce quando escolhemos mensagens que elevam o coração.
  • Encarar cada desafio como oportunidade de crescimento.
  • A misericórdia de Deus é nova a cada manhã; a oração diária sustenta a esperança.
  • A prática diária de oração, gratidão e serviço constrói uma base firme para atravessar a tempestade.
  • A fé é ação: perdoar, estender a mão, ouvir sem julgar.

Blockquote: A nossa confiança não depende de circunstâncias perfeitas, mas da presença fiel de Deus em cada passo que damos.


Questions fréquemment posées

  • Livre-Arbítrio e Predestinação: O que a Igreja Católica Ensina?
    Deus nos chama e respeita nossa liberdade. Predestinação existe, mas não apaga nossa escolha.
  • O que é livre-arbítrio?
    Liberdade dada por Deus para amar ou recusar, fortalecida pela graça.
  • O que é predestinação?
    Desígnio amoroso de Deus; é mistério e convite ao encontro.
  • Como conciliar livre-arbítrio e predestinação?
    Aceitamos o mistério: Deus atrai; respondemos com o coração aberto.
  • A predestinação decide quem será salvo?
    Não de forma simples. Deus quer salvar a todos; nossa resposta conta.
  • O pecado original tira nossa liberdade?
    A fragilidade humana existe, mas a graça pode nos levar ao bem.
  • Qual é o papel da graça?
    A graça é o sopro que levanta; cooperamos com ela, passo a passo.
  • A Igreja favorece Santo Agostinho ou São Tomás?
    Bebemos de ambas as fontes; Agostinho e Tomás iluminam a tradição.
  • O que é Molinismo? A Igreja aceita?
    O Molinismo é considerado uma hipótese teológica; a Igreja permite diálogo fiel.
  • As Escrituras falam sobre isso?
    Existem textos sobre eleição e chamado; interpretamos com a Tradição viva.
  • A predestinação é injusta?
    A fé rejeita esse conceito. Deus é justo e misericordioso; o mistério consola, não condena.
  • Como isso muda nossa vida diária?
    Vivemos com esperança: oramos, recebemos sacramentos e amamos conscientemente.
  • Podemos ter certeza da salvação?
    A certeza plena é dom de Deus; seguimos fiéis com confiança.

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