Equipe do Projeto da Escola John Pierce em Brookline Evita PFAS

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Você verá como a equipe responsável pela Escola John Pierce em Brookline, Massachusetts, escolhe materiais sustentáveis para evitar PFAS e proteger a saúde de alunos e professores. O texto explica como a parceria entre Sasaki, Harvard e outros especialistas ajuda a encontrar opções de materiais com baixos impactos químicos, inclusive evitando componentes de borracha reciclada. Também mostra como o uso de energia solar e geotermia se alinha com metas de carbono zero, sem esquecer de preservar o patrimônio histórico da escola. Você entenderá como o planejamento urbano busca conectar a escola à comunidade e ao parque, mantendo o cronograma e o orçamento sob controle.

  • A escola usará materiais sem PFAS para reduzir químicos nocivos.
  • Harvard ajuda Sasaki e MDS a escolher materiais com baixo VOC e sem PFAS.
  • Energia solar e aquecimento geotérmico reduzirão o carbono do prédio.
  • O prédio histórico será preservado e integrado ao novo complexo escolar.
  • A obra fica em área urbana, com foco na acessibilidade e na ligação com a comunidade.

John Pierce School Brookline: PFAS-free e energia renovável

Fatos-chave

  • Você acompanhará um projeto de US$ 211 milhões para a John Pierce School, em Brookline, Massachusetts. A obra criará uma escola de 172.300 pés quadrados de área bruta, com uma garagem subterrânea de 75.300 pés quadrados.
  • O objetivo é evitar materiais com PFAS — conhecidos como químicos eternos — e selecionar itens com baixos níveis de compostos orgânicos voláteis, para um ambiente mais saudável para alunos e funcionários.
  • A entrega está prevista para setembro de 2027. A escola atenderá 725 estudantes em um terreno urbano densamente utilizado.
  • O projeto envolve a firma de design Sasaki, com suporte da Harvard University Office of Sustainability, e trabalha ao lado da MDS/Miller Dyer Spears.
  • A construção inclui energia geotérmica, energia solar e um sistema de aquecimento e resfriamento de origem terrestre (ground source), além de um envelope superior em termos de vedação e isolamento.
  • Dados adicionais: a escola terá três andares, certificação LEED, e manterá o edifício histórico original de 1855 (com expansões de 1904) interligando-o ao novo conjunto.
  • O projeto também envolve esforços para manter o tráfego e a vida urbana próximos, com foco na acessibilidade e na integração com espaços públicos como a prefeitura, bibliotecas e campos esportivos.

Fotografia: Consigli Construction Co. Inc.


Sustentabilidade e seleção de materiais

  • Você verá que o time de projeto busca opções com baixos VOC e evita o uso de PFAS sempre que possível. A escolha de materiais envolve um desafio burocrático: para projetos públicos, é preciso encontrar três opções equivalentes para cada item, o que exige pesquisa extensa.
  • A colaboração com pesquisadores da Harvard ajuda a explorar categorias químicas mais complexas, para assegurar que haja opções equivalentes disponíveis.
  • Em áreas de contato direto com estudantes, houve cuidado extra com o piso de playground: o objetivo foi evitar materiais com borracha reciclada que pode conter resíduos químicos; uma fabricante forneceu uma declaração de que o produto não utiliza borracha de pneus.
  • Alguns materiais livres de PFAS podem ter custos mais altos, mas alguns tipos, como o piso de linóleo, oferecem durabilidade de longo prazo (garantia de cerca de 30 anos), enquanto soluções de vinil de alto tráfego podem exigir manutenção anual.
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Design, estrutura e tecnologia

  • Você verá que a edificação é projetada para ser eficiente: três andares, com certificação LEED, e alimentada por energia solar e geotérmica, contribuindo para a meta da cidade de Brookline de neutralidade de carbono até 2050.
  • O sistema de climatização inclui aquecimento e resfriamento por meio de uma rede de fontes geotérmicas, voos de ventilação por deslocamento para conforto, e uma envoltória de alto desempenho em termos de estanqueidade e isolamento.
  • Modelos de energia, de carbono incorporado, de iluminação natural e conforto térmico externo moldaram as opções de layout e materiais escolhidos.
  • A preservação do edifício histórico do século XIX é parte essencial: o projeto integra o antigo prédio de 1855 com as novas alas, envolvendo stakeholders de preservação histórica e medidas para manter a estrutura estável durante demolição e escavação.
  • Um desafio comum em áreas urbanas densas foi gerenciar a construção sem interromper a circulação viária local; a equipe busca manter o acesso seguro e reduzir impactos para a vizinhança.
  • A localização incorpora uma relação mais fluida com o entorno: a escola foi pensada para ligar o platô superior ao campo, criando uma ligação de parques e caminhos que facilita o acesso a pé por grande parte dos estudantes.

Preservação histórica e integração com a cidade

  • A coordenação com autoridades locais e com o patrimônio histórico exigiu monitoramento estrutural constante, especialmente durante fases de demolição e escavação, para proteger a construção histórica.
  • O objetivo é transformar o local em um espaço público mais conectado: a escola visa se inserir no tecido urbano, com áreas que incentivem a participação cidadã, visíveis a quem passa pela praça cívica, pela prefeitura, pela biblioteca e pelos campos esportivos.

Cronograma, construção e orçamento

  • Segundo a equipe, o projeto está mantendo o orçamento e o cronograma previstos, mesmo com o desafio de operar numa área urbana de alto movimento.
  • A gestão de obra envolve logística de entregas, fechamento de ruas e coordenação entre diferentes equipes para minimizar impactos à vizinhança.
  • O avanço atual já contempla a conclusão da alvenaria externa e da cobertura, com os sistemas de mecânica, elétrica e encanamento em andamento, preparando-se para o revestimento de tijolo externo logo após a estrutura ficar fechada.

Conclusion

Você, ao acompanhar este projeto, entende como a John Pierce School Brookline demonstra que é possível alinhar materiais sem PFAS e baixo VOC com metas de saúde para alunos e funcionários. Você vê que a colaboração entre Sasaki, Harvard e outras equipes técnicas orienta escolhas que priorizam energia solar e geotermia, contribuindo para a neutralidade de carbono até 2050 sem abrir mão da preservação histórica. Você reconhece que manter o cronograma e o orçamento envolve gestão cuidadosa em um contexto urbano, com foco na acessibilidade e na integração com a comunidade e espaços públicos. Em resumo, você tem diante de si um modelo exemplar de como planejar, projetar e construir uma escola moderna, saudável e sustentável, que inspira futuras iniciativas e reforça o compromisso com a qualidade de vida, o patrimônio e a participação cívica.

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Adalberto Mendes

Adalberto Mendes

Adalberto Mendes, um nome que ressoa com a solidez do concreto e a precisão dos cálculos estruturais, personifica a união entre a teoria e a prática da engenharia. Professor dedicado e proprietário de uma bem-sucedida empresa de construção, sua trajetória é marcada por uma paixão que floresceu na infância, alimentada pelo sonho de erguer edifícios que moldassem o horizonte. Essa fascinação precoce o impulsionou a trilhar o caminho da engenharia, culminando em uma carreira onde a sala de aula e o canteiro de obras se complementam, refletindo seu compromisso tanto com a formação de novos profissionais quanto com a materialização de projetos ambiciosos.

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