Como a arquitetura favorece drones em vez de pedestres e o impacto urbano.
Projetos priorizam rotas vistas por drones, criando superfícies pensadas para imagens, não para movimento humano.
Calçadas estreitas e vias largas favorecem circulação aérea e entregas autônomas, reduzindo conforto ao pedestre.
Fachadas com linhas limpas e telhados fotogênicos atendem câmeras aéreas, sacrificando texturas e sombra no nível do solo.
Bairros perdem sociabilidade; encontros na rua diminuem quando o desenho prioriza imagem sobre convivência.
Edifícios recuados e rampas para drones mudam a escala urbana, criando vazios que afastam pedestres.
Detalhes humanos desaparecem: sinalização, bancos e árvores são negligenciados por vistas que só o ar alcança.
Arquitetos propõem integrar perspectivas, combinando visão aérea e experiências ativas no nível do chão.