Estados E Municípios Processam A EPA Contra A Revogação Da Determinação De Perigo Climático

Estados e Municípios Processam a EPA contra a Revogação da Determinação de Perigo Climático

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Você acompanha uma coalizão de vinte e três promotores-gerais estaduais, dez ciudades, cinco condados y governador da Pensilvânia Josh Shapiro, que apresentaram no tribunal de apelações federal em Washington uma ação para reverter a revogação da conclusão de perigo que embasava as regras de emissões de gases do efeito estufa. A ação sustenta que a medida é ilegal e pode abrir caminho para novas mudanças em regulações de emissões para fontes móveis e instalações como usinas, afetando a saúde de milhões de pessoas. O andamento do caso pode chegar à Suprema Corte e influenciar o futuro das normas da EPA.

  • Coalizão de procuradores-gerais, cidades e condados processou a EPA para reverter a revogação da avaliação de risco dos gases do efeito estufa
  • A ação afirma que a revogação é ilegal e viola um princípio científico usado pela Suprema Corte em dois mil e sete
  • Se a revogação permanecer, não haverá padrões de emissões de gases do efeito estufa para veículos e pode afetar regras de poluição para usinas
  • A EPA diz que a ação é movida por política
  • O caso pode se somar a outra ação ambiental e ir para a Suprema Corte

Coalizão de AGs e autoridades locais move ação contra EPA para reverter constatação de risco

O que aconteceu

Foi protocolada no dia 19 de março no tribunal de apelações federal em Washington, D.C., uma ação envolvendo uma coalizão de 23 procuradores-gerais estaduais, 10 cidades, cinco condados e o governador da Pensilvânia, Josh Shapiro (D). Eles contestam a regra final da Agência de Proteção Ambiental (EPA) que derrubou a constatação de risco de 2009. Essa constatação era a base científica para regular emissões de gases de efeito estufa de veículos, usinas e outras fontes, em linha com os impactos do aquecimento global no planejamento urbano. Segundo os autores, a revogação é ilegal e prejudica um princípio científico central reconhecido pela Suprema Corte em 2007. A decisão pode afetar padrões de emissões para o setor de veículos e também trazer mudanças adicionais em regulações de emissões para fontes estacionárias e em projetos de infrastructure.

Quem está envolvido

Você encontra entre os signatários:

  • Estados: Nova York, Massachusetts, Califórnia, Connecticut, Arizona, Colorado, Delaware, Havaí, Illinois, Maine, Maryland, Michigan, Minnesota, New Jersey, Novo México, Nevada, Carolina do Norte, Oregon, Rhode Island, Vermont, Virgínia, Washington, Wisconsin.
  • Distrito e territórios: Distrito de Columbia e Ilhas Virgens Americanas.
  • Cidades e condados: New York City; San Francisco (cidade e condado); Chicago; Denver (cidade e condado); Columbus; Cleveland; Harris County (Texas); Santa Clara County (Califórnia); King County (Washington).
  • Em conjunto com: o Governador Shapiro e membros de outras jurisdições.
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Base legal e argumentos

Você verá que os autores sustentam que:

  • a revogação excede a autoridade da EPA prevista pela lei,
  • a decisão destrói padrões de emissões existentes para veículos e poderia alterar regras para instalações industriais, bem como critérios de aprovação de projetos de infraestrutura.

A EPA, por sua vez, afirma que a ação judicial não reflete o estado atual da lei e que a revogação foi baseada em uma análise jurídica sólida, levando em conta decisões recentes da Suprema Corte sobre o alcance do poder regulatório da agência. Além disso, o debate envolve discussões sobre como as mudanças regulatórias podem impactar comunidades, infraestrutura e empregos.

Cronologia relevante

  • 2007 — a Suprema Corte dos EUA publicou uma decisão que abriu caminho para a constatação de risco relacionada às emissões de gases do efeito estufa.
  • 12 de fevereiro — a EPA anunciou a regra final para rescindir a constatação de risco.
  • 19 de março — a ação é protocolada no tribunal de apelações de Washington, D.C.
  • Futuro — a ação deve ser consolidada com uma ação já movida por grupos ambientais e pode seguir para a Suprema Corte para decisão final.

Conclusión

Você acompanha uma disputa entre uma coalizão de 23 procuradores-gerais estaduais (AGs), cidades e condados, junto ao governador Shapiro, e a EPA sobre a revogação da constatação de risco para gases do efeito estufa. Os autores argumentam que a medida é ilegal e pode afetar os padrões de emissões para veículos e para fontes estacionárias como usinas, enquanto a EPA sustenta que a ação reflete dados legais atuais. O desfecho pode chegar à Suprema Corte e moldar o futuro da regulamentação ambiental no país. Se a revogação permanecer, mudanças nas normas podem evoluir para mais flexibilidade regulatória, com impactos na saúde de milhões de pessoas. Se a decisão for favorável à coalizão, pode haver ressurgimento de padrões de emissões para veículos e infraestrutura, influenciando o equilíbrio entre proteção ambiental e atividades econômicas. A cronologia, que começa em 2007, indica que este caso pode reconfigurar o alcance do poder regulatório da EPA.

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Adalberto Mendes

Adalberto Mendes

Adalberto Mendes, un nombre que resuena con la solidez del hormigón y la precisión de los cálculos estructurales, personifica la unión entre la teoría y la práctica de la ingeniería. Dedicado a la enseñanza y propietario de una exitosa empresa de construcción, su carrera está marcada por una pasión que floreció en la infancia, alimentada por el sueño de erigir edificios que dieran forma al horizonte. Esta temprana fascinación le llevó por el camino de la ingeniería, culminando en una carrera en la que el aula y la obra se complementan, reflejando su compromiso tanto con la formación de nuevos profesionales como con la materialización de ambiciosos proyectos.

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