Você lembra da ponte de Glen Canyon que usou cabos inovadores para permitir a construção da barragem

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Ponte Glen Canyon: imagem de arquivo e a obra que sustentou a represa

Você verá uma imagem de arquivo com operários de ferro no topo da Ponte Glen Canyon. Projetada pelo U.S. Bureau of Reclamation e erguida pela joint venture Kiewit‑Judson Pacific Murphy, a ponte foi construída para levar materiais até a Represa Glen Canyon, assim como outras grandes barragens que exigiram logística e engenharia especial, em um desfiladeiro remoto sobre o Rio Colorado. A grande profundidade do cânion impediu o uso de escoramento tradicional; por isso foram usados cableways para mover pessoas e materiais, e cabos de ancoragem para manter os arcos em posição. Essas técnicas de tensionamento foram avanços importantes na engenharia de pontes.

Para contexto histórico adicional, consulte: https://www.enr.com/articles/61433-from-the-archives-december-4-1958

Principais fatos

  • Projeto: U.S. Bureau of Reclamation.
  • Construção: joint venture Kiewit‑Judson Pacific Murphy.
  • Profundidade do cânion: ~700 pés (≈213 m), inviável para escoramento convencional.
  • Solução: uso de cableways e cabos de ancoragem (tie‑back) durante a montagem dos arcos.
  • Vão principal: 1.028 pés (≈313 m) — na época, a segunda maior ponte em arco de aço nos EUA e a mais alta do mundo em relação ao leito do cânion.
  • Capacidades dos cableways: um menor de 12 toneladas e um principal de 25 toneladas.

Ponte Glen Canyon: o que você precisa saber

A imagem de 1958 mostra trabalhadores no topo da estrutura, evidenciando o trabalho em grande altura e a logística necessária para uma obra em local remoto. A ponte serviu especificamente para transportar materiais e equipes até a construção da Represa Glen Canyon, solucionando o problema de acesso em um cânion profundo sobre o Rio Colorado. A relevância social e funcional de obras desse tipo se aproxima das discussões encontradas em textos sobre impacto social e função das pontes em grandes projetos.

Como a obra foi executada — pontos essenciais

  • A profundidade do cânion impossível de escorar levou à adoção de cableways para transporte de pessoas e peças.
  • Havia dois sistemas principais: um cableway de 12 toneladas para suprimentos e equipes menores, e um de 25 toneladas para elementos estruturais mais pesados.
  • Durante a montagem, arcos parciais foram mantidos estáveis por cabos de ancoragem e ajustados por técnicas de tensionamento, permitindo que os dois lados do vão fossem unidos com segurança. Esses métodos são parte de um conjunto de soluções usadas em estruturas desafiadoras, como grandes pontes contemporâneas.
  • Relatórios da época reconhecem o uso desses métodos como avanços na engenharia de pontes, influenciando projetos posteriores e alimentando discussões sobre inovação tecnológica na engenharia.

Dados técnicos em destaque

Item Valor / Informação
Profundidade do cânion 700 pés (≈213 m)
Vão principal 1.028 pés (≈313 m)
Cableway menor 12 toneladas
Cableway principal 25 toneladas
Project U.S. Bureau of Reclamation
Construction Kiewit‑Judson Pacific Murphy
Status histórico 2ª maior ponte em arco de aço nos EUA na época; mais alta do mundo em relação ao leito do cânion

Conclusion

A Ponte Glen Canyon é exemplo de como inovação técnica e planejamento resolveram um desafio de acesso e construção em ambiente extremo. Com cableways, cabos de ancoragem e técnicas de tensionamento, a obra tornou‑se um colosso de aço: um vão de 1.028 pés que a colocou entre as maiores pontes‑arcadas dos EUA e, na época, como a mais alta do mundo em relação ao leito do cânion.

Se quiser aprofundar com fontes da época e análise histórica, veja também: https://www.enr.com/articles/61433-from-the-archives-december-4-1958

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